A Mitra é uma empresa especializada na fabricação de jogos de tabuleiros, desafios, quebra-cabeças e brinquedos educativos, predominantemente de madeira. Oferece também, projetos educacionais, aulas de jogos, cria e organiza ludotecas, brinquedotecas, salas de jogos e de recreação e desenvolve nossos jogos com temáticas especificas para atender as necessidades pautadas de cada comunidade educativa.
A missão da Mitra é difundir o valor lúdico dos jogos e brinquedos como elementos de integração e transformação humana e social.
Comprometimento com o Ser Humano e com o Meio Ambiente.
Como nos consideramos uma oficina de criação, nossos valores estão voltados a buscar, nas várias possibilidades produtivas e de aplicação do jogo, do brinquedo e dos objetos lúdicos a sociabilização, a integração e a troca de conhecimentos capazes de unir o global, o novo e o tradicional, em favor da criação e do desenvolvimento dos valores humanos.
Na era dos computadores, dos tabletes, celulares e dos brinquedos eletrônicos de última geração, é possível despertar o interesse por simples artefatos de madeira?
Nós, da MITRA, acreditamos que sim.
Num âmbito social, humano e ambientalmente correto, buscamos transformar o brinquedo e o brincar em instrumento de entretenimento e formação para todas as idades.
Trabalhamos para resgatar o lúdico, como exercício da vontade: do pensar, do sentir e do fazer, como um despertar na nossa sociedade, oferecendo realização pessoal, auto-consciência, interatividade e cooperação social.
A Mitra está no mercado desde 2001 e é a união de mais de 20 anos de experiência em educação infanto-juvenil com as habilidades de um engenheiro de projetos. Inicialmente nos apresentávamos como artesãos e após 2010, passamos a ser empresa constituída no segmento de jogos e brinquedos. Está localizada, em sede própria, em Itatiba – SP e tem como meta desenvolver ações e produtos portadores de conhecimentos diferenciados e atuais, difundindo valores de caráter cultural e mundial, mas, ao mesmo tempo, resgatando, valorizando e integrando à sua produção, valores originais (primordiais), como a evolução pessoal, a transformação material e a realização profissional.
Tsoro
Seu nome completo é “Tsoro Yematatu” com origem em Zimbábue, é um parente do jogo de Trilha e da família dos jogos de 3 alinhados ou “Marell”.
Nº. de participantes: 2
Recomendado a partir de 6 anos
Contém: 1 tabuleiro em MDF, conjunto de peças, regras jogo.
Xadrez
Até o fim do século XIX, acreditava-se que o jogo de xadrez havia surgido na região da antiga Pérsia. Depois se passou a creditar que fora inventado na Índia, em 570 d.c.. Chamado de Chaturanga, o jogo seria anterior ao xadrez persa (Chatrang), ao xadrez árabe (Shatranj), ao xadrez chinês (Xiangqi), ao xadrez japonês (Shogi) e a todos os outros conhecidos. Virtualmente, todo ocidental, de certo nível cultural, parece saber ou pelo menos aceitar como um fato cientificamente provado que o xadrez foi inventado na Índia. Porém, com novas descobertas arqueológicas e com uma análise mais minuciosa das fontes dos autores, concluiu-se que o xadrez indiano era uma variante de um outro jogo ainda mais antigo: o Liubo. Era jogado ao menos 700 anos antes da era cristã, e é considerado o ancestral do Xiangqi, o xadrez chinês cujos movimentos das peças são praticamente os mesmos do xadrez, com diferença no número de peões: apenas cinco no Xiangqi, contra oito do modelo ocidental. Quando o xadrez foi da China para a Índia, era jogado num tabuleiro de Go de 9x9. Quando os indianos (ou persas ou árabes, quais tenham vindo primeiro), que não sabiam nada de Go, viram aquilo, eles simples e naturalmente tiraram as peças dos pontos e puseram nas casas. Assim, um tabuleiro de Go de 9x9 tornou-se um tabuleiro de xadrez de 8x8.
Nº. de participantes: 2
Recomendado a partir de 7 anos
Contém: 1 tabuleiro em MDF 16 peças de madeira claras; 16 peças de madeira escuras Folheto com regras e instruções para jogar
Xiang Qi
Xiangqi, evoluiu a partir de um antigo jogo chinês chamado Liubo criado mais ou menos no ano de 1500 anos AC. Durante a Dinastia Han, um novo jogo chamado GeWu ou Saizhang apareceu, derivado do Liubo. GeWu evoluiu para um jogo com muitas peças (além dos generais e peões) durante a dinastia Tang e era conhecido como Xiang Xi. Durante a Dinastia Zhou Bei, o imperador Wu (Di) resumiu e melhorou este popular jogo e documentou-o em um artigo chamado Xiang Jin. Com base nas informações disponíveis, deduz-se que Xiang Xi era bem provável que seja a versão inicial do moderno Xiang Qi. Xiang Qi, talvez seja o jogo de tabuleiro mais popular no mundo, jogado por milhões de pessoas na China, outras partes da Ásia, e onde quer que os chineses se instalem. Xiang qi exercita o cérebro da mesma maneira que o Xadrez ocidental (internacional), mas é muito mais rápido e dinâmico. O movimento das peças tende a ser mais fluida e as posições mais abertas. Pode-se dizer que o xadrez chinês é mais um jogo tático do que estratégico.
Nº. de participantes: 2
Recomendado a partir de 10anos
Contém: 1 tabuleiro em MDF Conjunto de 16 peças em madeira com símbolos em azul Conjunto de 16 peças em madeira com símbolos em vermelho Folheto com a história do jogo, regras e instruções para jogar.
Yoté
Um jogo apaixonante que se tornou um ritual entre os povos do oeste da África. É considerado um jogo de elite que exige dos jogadores, rapidez de raciocínio e bons conhecimentos de estratégia e possui a peculiaridade de permitir uma grande variedade de movimentos. Tem a característica de provocar rápidos desequilíbrios no decorrer das partidas pois, para cada peça capturada do adversário (“saltando” sobre ela, como na “dama”) uma outra peça qualquer do adversário é retirada, e pode transformar uma pequena desvantagem em uma vitória inebriante ou em uma derrota humilhante. É um jogo tão emocionante quanto, os chamados “jogos de azar”. Uma de suas variantes, o Tioki, chegou a ser proibida e jogá-lo era privilégio dos chefes. Nos países da África ocidental: cabe ao pai - ou a um tio - ensinar aos meninos as regras do jogo. Somente depois que atingem um certo nível como jogadores é que os jovens passam a conhecer o “plano de jogo” da família - ou da tribo.
Nº. de participantes: 2
Recomendado a partir de 7 anos
Contém: 1 tabuleiro em MDF 12 peças em madeira clara; 12 peças em madeira pretas folheto com regras e instruções para jogar